quarta-feira, setembro 08, 2010
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
lido por aí
Drive by truckers... a caminho de serem a maior banda do mundo! ver aqui!
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quinta-feira, dezembro 03, 2009
Lido por aí
porque neste blog acredita-se, ouve-se e divulga-se música, apraz sempre ler estas coisas:
Em termos informativos e simbólicos, foi importante que o concerto da Gulbenkian tivesse começado com uma pequena apresentação do sistema venezuelano — El Sistema — de educação musical (estando presente o seu fundador, José Antonio Abreu). De facto, importa perceber que o carácter excepcional de Gustavo Dudamel nasce de um sistema de regras que promove uma relação com a música que está muito para além da aprendizagem meramente técnica. Dito de outro modo: aqui, as noções de comunhão e solidarieade não são palavras vãs, imbuindo todos os detalhes, dos mais graves aos mais... dançados, que uma performance pode envolver. E talvez seja essa a lição modelar de Dudamel: a de que a música não é uma "transcrição", mas sim uma permanente hipótese de renascimento. Nem que para isso seja preciso desafiar todos os puristas. Aliás, precisamente por causa disso.
Palavras de João Lisboa que podem ser lidas na integra aqui.
Em termos informativos e simbólicos, foi importante que o concerto da Gulbenkian tivesse começado com uma pequena apresentação do sistema venezuelano — El Sistema — de educação musical (estando presente o seu fundador, José Antonio Abreu). De facto, importa perceber que o carácter excepcional de Gustavo Dudamel nasce de um sistema de regras que promove uma relação com a música que está muito para além da aprendizagem meramente técnica. Dito de outro modo: aqui, as noções de comunhão e solidarieade não são palavras vãs, imbuindo todos os detalhes, dos mais graves aos mais... dançados, que uma performance pode envolver. E talvez seja essa a lição modelar de Dudamel: a de que a música não é uma "transcrição", mas sim uma permanente hipótese de renascimento. Nem que para isso seja preciso desafiar todos os puristas. Aliás, precisamente por causa disso.
Palavras de João Lisboa que podem ser lidas na integra aqui.
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quinta-feira, outubro 15, 2009
Lido por aí
Suicidou-se hoje mais um trabalhador da France Télécom, que estava de baixa por conselho médico. São já 25 o número de funcionários da empresa de telecomunicações francesa que, nos últimos 18 meses, colocaram fim à própria vida devido ao stress e às condições de trabalho.
De acordo com o jornal francês Le Figaro, tratava-se de um engenheiro de 48 anos que estava de baixa há um mês por conselho do seu médico do trabalho.
[...]
Para tentar conter aquilo que a própria empresa já definiu como uma “situação de
contágio”, a France Telecom aumentou o número de médicos da empresa, disponibilizou sessões com psicólogos aos trabalhadores e está a proceder a reestruturações no seu seio.
Apesar disso, o clima permanece tenso na empresa e os sindicatos apelaram já que todos os trabalhadores se juntem na próxima sessão de negociação com a empresa sobre o stress laboral.
Ao ver a sua cabeça colocada a prémio por causa da vaga de suicídios na empresa, o presidente da France Telecom, Didier Lombard, reconheceu na semana passada que foram cometidos vários erros.
“Não tomei atenção suficiente aos sinais de debilidade”, admitiu, dizendo que a empresa “subestimou um certo número de parâmetros humanos”.
“À força de ter uma boa performance, o espaço de trabalho deixou de ter liberdade”, concluiu Didier Lombard.
A France Telecom tem 100 mil funcionários só em França. Controlada a 26,7 por cento pelo Estado francês, a empresa registou em 2008 um lucro líquido superior a quatro mil milhões de euros
fonte: Público , os sublinhados são meus. é vergonhoso, é o mundo que temos.
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quinta-feira, julho 02, 2009
lido por aí
Selvagens, como cães famintos
trincharemos o velho mundo.
Selvagens, trincharemos o velho mundo
até o sangue,
até o sangue, até o osso.
Faremos um belo enterro.
Como formigas seguiremos o ataúde
(haverá muito trabalho então)
e com terra
com terra
taparemos
este nosso bom
e velho mundo.
Poema: Karel Destovnik Kajuh
lido aqui, o blog de Aldina Duarte, de leitura diária obrigatória.
trincharemos o velho mundo.
Selvagens, trincharemos o velho mundo
até o sangue,
até o sangue, até o osso.
Faremos um belo enterro.
Como formigas seguiremos o ataúde
(haverá muito trabalho então)
e com terra
com terra
taparemos
este nosso bom
e velho mundo.
Poema: Karel Destovnik Kajuh
lido aqui, o blog de Aldina Duarte, de leitura diária obrigatória.
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sexta-feira, junho 26, 2009
lido por aí
Um facto inédito, após um comentário meu no facebook, alguem - que não me conhece, obviamente- comentou:
"O Paulo Louro tem toda a razão!!!"
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sexta-feira, abril 17, 2009
go home (ou também poderia ser: estou farto de chuviscos na primavera)
já havia ficado de postar aqui algo mais sobre o excelso Mr. David Viner. Apadrinhado Mr. pelo mítico John Lee Hooker, este baladeiro, bluesman, rock'n'roller, quase Soledad Brother, viveu em tempos em detroit onde conheceu a malta toda do garage rock actual: White Stripes, Von Bondies, Dirtbombs e claro os saudosos Soledad Brothers. Fez digressões com os Spiritualized e com o mítico (outro) Dr. John, onde, acompanhado apenas da única guitarra que tem tocava todas as noites a música Careless Love, que também constava no set do Dr. John, num despique diário a ver quem fazia a melhor versão. Lançou um disco novo em Setembro do ano passado chamado "Among The Rumours And The Rye", para o qual juntou uma banda (ben swank incluído) para uma série de concertos.
Ps. este post surgiu do facto de estar um dia cinzento e de ter lido este post no blogotheque que apresenta uma selecção de músicas que falam da vontade de estar em casa, que era onde eu estava bem hoje, aliás, de onde nem devia ter saído! Ah e o Mr. David Viner tem uma música lindíssima que se chama go home (podem ouvir no myspace) e que eu hoje já devo ter ouvido 200 vezes!
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